h1

Refração

setembro 12, 2009
Ideias coloridas sofrem nova refração

Ideias coloridas sofrem nova refração

Nada na minha pesquisa sobre o Cherokee é como parece, finalmente acabei no website oficial da comunidade Cherokee nos EUA, achei um povo aberta querendo achar qualquer descendente, para ser oficializada e integrada em qualquer tribo. Também livros na língua antiga dos tribos, mas com assuntos só do ocidente. Foi quase impossível achar documentos, gravações de musica, e danças tradicionais.

Hoje em dia você até acha o “Grammy Indígena” aonde concorre música e músicos ligeiramente parecidas com algo que podia ser tradicional, com synth. Vou continuar, até terça, achar algo que me parece  digno os ancestres para mostrar vocês.

Novidades da Semana

“Naquela Mesa” vai continuar este més (setembro) no Balneário da Lapa todas as sextas a partir das 19:30 a 22:30 não percam! Nossa  maravilhosa Thais Bezerra (segunda semestre licenciatura) toca o pandeiro com aquele suingue fantástico, como uma das integrantes.  Para mais informação:

http://www.lanalapa.com.br/estabelecimentoDetalhe.asp?qiNuEstab=145

Parece que SIM vamos ter as aulas da Zoya nas quintas 09:40 até 13hrs…fale para mim gente se muda, ta….

Maria Gadú esta no som do carro, recomendo, MPB bem cuidado, letras profundas mas entregue com muito facilidade, além do fato que a produção é simplesmente agradavél. Confere aqui: http://www.myspace.com/mariagadu acho que é uma coisa fácil de gostar.

O som rodando agora:  Heitor Villa – Lobos Choros no.2 – 3 – 10 – 12 Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (John Neschling)

Harmonia & Paz

E para meus amigos da Harmonia Funcional e amadores, vamos esclarecer um debate de semana passada… O arranjo, é variação? captei um fonte de definições musicais.

Arranjo: em música, é a preparação de uma composição musical para a execução por um grupo específico de vozes ou instrumentos musicais. Isso consiste basicamente em reescrever o material pré-existente para que fique em forma diferente das execuções anteriores ou para tornar a música mais atraente para o público e usar técnicas de rítmicaharmoniacontraponto para reorganizar a estrutura da peça…um arranjo pode ser feito com diversos objetivos estéticos e os conceitos de belo ou agradável não podem ser objetivamente definidos.

Variação: As seções de variação depende de um tipo de apresentação do material enquanto que as seções de desenvolvimento utilizam várias apresentações diferentes e combinações do material.

CLARO, tem muito mais para ser dito sobre estes fatos, mas para quem não tem muito contato com estas metas na música, acredito que isso esclarece qualquer duvida em comunicação. Estes anos trabalhando como compositora e em banda, são questões constantes, especificamente a objetividade do belo e agradável.

Abro as portas para vocês, pode expandir este assunto, com certeza são definições abertas.

h1

Não esqueça da sexta, da produção, ou dos Índios

setembro 1, 2009

Sexta-feira me animei no final do dia, e fui ver o grupo da Thais (segundo semestre licenciatura)  “Naquela Mesa” na Lapa no Balneário. Foi maravilhoso, adoro o pandeiro dela, suave e super suingado. Também tive o prazer de escutar a canja do Marcel no Bandolim, também fenomenal. Me inspirou a aprender o chorinho “Doce de Coco”.

Aqui estou colocando uma divulgação do trabalho da Thais com MultiBloco.  Estou muito curiosa para escutá-lo, abaixo a flipeta:

flyerthais1

flyerthais

Hoje em Linguagens Artísticas, com Luis, discutimos dificuldades em produção cultural. Em essência é mais organização cultural que precisamos. Produzir, acho que todos nós num momento ou outro já precisamos “produzir” um evento, show etc. Mas quais de vocês participou de uma produção que realmente estava organizada?

Este final de semana Pedro (meu parceiro a.k.a marido) viajou para Teresina para tocar com uma produção realmente organizada. Facilitou a vida e incentivou a boa execução da música, afinal de contas ele foi contratado para tocar, e bem.

Tive recentemente uma experiência em Belém bem assustadora. Tivemos a rara oportunidade de tocar num festival de jazz nossas composições com nossa banda. Ficamos 5 dias em Belém, mas por causa de produção mal feita, um previsível fenômeno natural (a praia por duas semanas estava com a maré muito acima da média) não tocamos. Isso mesmo meus amigos: 5 dias em Belém, sem tocar uma nota.

Será que eu tenho que simplismente me acoustumar? Será que a gente (o músico profissional) tem que se acoustumar?

Doce de Coco: http://www.youtube.com/watch?v=pRyPtbf43vg

A pesquisa continua com o Cherokee, muito dificil. Eles estão muito integrados na sociedade de hoje, a cultura está quase toda perdida. Um frutinho das minhas pesquisas:

Cântico Indígena Cherokee: http://www.youtube.com/watch?v=ZKO1gxM7aIM

h1

Falou o que?

agosto 30, 2009

“Polo aluno”

As novidades não param de se manifestar.

Vamos torcer para que nossas aulas continuam nas segundas E quartas, com nosso querido Paulo.

Porque me senti bem em casa quando teve uma nova gramatica que NINGUEM tihna ouvido falar.

Até segunda.

h1

O que é Alma Revista?

agosto 22, 2009

Assmilation_of_Native_Americans Aqui eu vou começar a trabalhar meu português escrito, através de contos sobre minhas experências no conservatório brasileiro de música. Sou uma musicista profissional, que agora está atualizando-se em licenciatura. Convido meus colegas de turma, amigos, e demais interessados a passar por aqui e corrigir meu português, bater papo sobre os cursos, e ajudar em questões musicais. Além disso, vamos usar este blog como um meio de comunicação entre você e essa Alma revista.

Nosso primeiro pedacinho é esse mapa que eu achei na wikipedia das regiões indígenas atuais dos EUA. Pessoalmente nunca estudei isso na escola, mas por acaso tive a experiência de visitar Oklahoma por 24 horas e realmente a separção social entre os decendentes de índios e os não-índios é muito acentuada. Eu como mestiça sempre me senti segregada, mas nessa situação era mais ainda. A polarização entre os brancos e os índios também de uma forma indireta me excluía, porque eu era estranha a ambos os grupos nessa região. Aprendi que realmente não conheço os EUA de verdade. Nova York é uma pequena grande vila, onde a riqueza de informação se restringe à dos grandes centros. A nossa aula de cultura brasileira com a Adriana vai me estimular a buscar entender esse lado da minha cultura indígena. Até meu pai falava que nós tínhamos um pouco de sangue Cherokee.